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A alegoria da Formiguinha

A alegoria da Formiguinha

#CrônicadeSexta

 

Era uma formiga entre todas as outras milhares e milhares de formigas. Nada de diferente acontecia em seus dias que consistiam em sair para procurar alimento, avisar às demais formigas e voltar a procurar alimento. Sempre e sempre, todos os dias.

    Mas veio o primeiro inverno de sua vida e o primeiro floco de neve começou a cair, cair e pousou bem em seu pé, que ficou preso. Tentou de várias formas se soltar, mas não tinha forças. Então, olhou para o sol e pediu: “Por favor, derreta a neve e salve-me!”, mas o sol não gostava de trabalhar no inverno, então inventou uma desculpa qualquer: “Peça ao muro, que me tapa”. Ainda esperançosa, ela disse ao muro: “Ó, poderoso muro que tapa o sol, salve-me!”, e o muro, obviamente, não respondeu, pois não há nenhuma história sobre muros falantes! Então, a formiguinha viu um rato saindo do muro e pensou que ele poderia ajudá-la, mas o rato também não ouviu. E assim foi se repetindo a história, gato, cão, homem todos passaram e não se apiedaram da formiguinha.

    Já quase sem forças, com muito frio, a formiguinha fez um último pedido: “por favor, que na próxima vida eu seja um animal por quem os outros se importem… quem sabe um panda… todo mundo adora pandas”.

 

Marcelo

 

 

 

 

 

Espero que tenham gostado!! E até mais!!

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Por: Lóren Santos | 18/03/2016 | Cultura